O uso do nome ou pseudônimo no blog é a impressão da marca pessoal do autor ao sei blog. Para que ele passe características inerentes ao conteúdo e/ou à sua profissão (como credibilidade, ou humor, ou rusticidade, etc.) existem algumas técnicas para criação do nome que o profissional usará, mas de maneira geral essas características podem ser associadas ao nome do autor (num caminho inverso) do conteúdo que este bloga na internet. Assim, usar ou não usar o nome real não é o mais importante. O importante é ter em mente que este “nome” será associado a você, com todas as características à ele (o “nome”) associado ao longo tempo.
O uso do pseudônimo nem sempre é pejorativo ou destoa com o conteúdo publicado. Às vezes simplesmente é um outro nome pelo qual a pessoa é ou gostaria de ser conhecido. É óbvio que você deve usar o mesmo nome (ou pseudônimo) sempre freqüentar toda a rede de seu blog. Não dá é para ficar mudando o “nome” quando for criticar e voltar ao nome habitual quando para passar pelo bom moço.
Assumir uma marca é um ato de elegância e, também, incorporar uma série de ativos e passivos que vão surgindo com tempo: um amigo aqui, um inimigo ali, uma porta que se fecha e outras tantas que se abrem. Bom senso em zelar pela imagem é o que vale. Usar da ética é um bom caminho para a construção de um nome (marca) de credibilidade e sucesso no trabalho que realiza. Como diz o blogueiro Idelber Avelar “(…) encare e se apresente, mesmo que seja com o seu pseudônimo de todos os dias.”
Obviamente, o anonimato (ou não) tem suas conseqüências jurídicas. A Constituição Brasileira, no art.5º, IV, garante a liberdade de expressão, mas cuidado: o anonimato é proibido! Pode ser entendido como um ato de má fé pela pessoa que dele se utiliza. É bom deixar claro que você se utilizar da alcunha que é conhecido (e não for o nome real) não é anonimato e ainda é pseudônimo, entenda a diferença. No Código Civil no art. 19 lê-se a possibilidade de utilizar o pseudônimo.
Para finalizar, cuide do seu nome – seu bem mais precioso. Não importa se hoje você tem um blog sobre culinária e ano que vem um sobre biodiesel, se você zela por seu nome levará a credibilidade para todos os lugares que estiver.
(Parte I - A peregrinação)
Entrei em contato com várias instituições de ensino superior na busca por uma pós na área de educação de cursos presenciais e não-presenciais: na maioria os prazos para inscrição estavam vencidos.
Não desisti: mandei vários e-mails para pegar informações e me assustei com as poucas respostas que obtive. Uns pediam para eu ver no site - lugar onde eu já tinha estado e não tinha informação relevante - e outras simplesmente copiaram o site no corpo do e-mail. … tá, tive outras respostas satisfatórias, mas exageraram na quantidade de e-mails e me pedem (desesperadamente) para me matricular até hoje.
Toda essa quimera me fez perceber a realidade:
- As faculdades de cursos não-presenciais: têm uma boa equipe para responder aos e-mails, mas não sabem quando parar;
- De cursos presenciais privadas: estão longe de fornecer informações rapidamente (como pede a internet) e completas por e-mail;
- Instituições com cursos presenciais e públicas: Não tem funcionários preparados para responder simples e-mails e
- Ninguém percebeu que a concorrência rouba clientes potenciais em suas portas.
Poucas são as faculdades que não tenha um curso de graduação em Administração ou Marketing, mas a maioria se esquece que a razão delas existirem são os alunos. …por que falei em administração e marketing? Ora, os estudos destas matérias não tratam da satisfação do cliente e sucesso da organização?
Estamos na era do cliente, onde o combate altamente competitivo e o número decrescente de alunos (claro que o segundo decorre do primeiro, mas ambos são fatos) afastam, cada vez mais, as perspectivas sonhadas da dura realidade: os alunos de instituições de educação, em sua grande maioria, têm tempo determinado para deixar a carteira de clientes. Na melhor das hipóteses, em 5 anos.
Então, resta buscar novos alunos, clientes potenciais, para os cursos qualificados e alinhados estrategicamente com o cenário de mercado. Bonita a frase, heim? Melhor seria se ao menos houvesse capacitação da linha de frente destas instituições: seus funcionários.
Ainda me incomoda a resposta de um e-mail em que o funcionário do departamento dizia que as informações estavam no site. Quando devolvi o e-mail dizendo que o site estava desatualizado, ele me respondeu que não sabia qual era a informação que eu queria… Tive vontade de responder dizendo que não importava qual informação eu queria, pois TODAS as que estavam no site eram referente ao ano de 2005. Mas como diz a irmã Selma (da Terça Insana): “Eu rezo!”
Está na hora das Instituições de Educação tirarem do conteúdo que ensinam em sala de aula a teoria para aplicar no seu cotidiano, transformar este cenário debilitado em oportunidade. Os que primeiro que perceberem e se adiantarem vão transformar uma ameaça em oportunidade.
Finalmente me inscrevi em duas pós, uma presencial e outra parcialmente-presencial. Adivinha qual me informou no dia marcado para iniciar as aulas que a aula inaugural seria adiada (fiquei sabendo porque liguei para pegar mais informações, depois de dois e-mails sem resposta)? …a presencial.